EN PT ES

Produção Textual

2018 – EFEITOS COLATERAIS DA ESTRATÉGIA DE “GUERRA ÀS DROGAS”, A FALÊNCIA DAS UNIDADES POLICIAIS PACIFICADORAS DO RIO DE JANEIRO E O APRENDIZADO COM SEUS ERROS

Em ensaio para a Revista Olhares Amazônicos, Jailson de Souza e Silva analisa os efeitos colaterais da estratégia de “Guerra às drogas” nas cidades brasileiras, especialmente no Rio de Janeiro

2017 – The “lost generation” and the challenges in working with marginalised groups. Learnt lessons from Brazilian Favelas

Artigo de Fernando Fernandes e Andrea Rodriguez sobre o trabalho com os jovens do Rotas de Fuga e que esta em inglês

2016 – O Direito à convivência pública ou a Barbárie

Em artigo publicado originalmente no Nexo, no mês de abril de 2016, Jailson de Souza e Silva relaciona Nietzsche, notícias sobre as mortes em Acari e levantamento do IPEA e do Fórum de Segurança Pública sobre assassinatos no Brasil. Seguindo esse raciocínio, ele afirma que a “monstrualização” do “outro”, do diferente, é a premissa que sustenta a naturalizacao e banalizacao da morte de uma parcela especifica da população brasileira.

2016 – Rolezinho: Territórios e Territorialidades em Ciberculturas

Em artigo para a Revista Z Cultural, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj), Eliane Costa e Jorge Barbosa, diretor do Observatório de Favelas, analisam estratégias de compartilhamento de territorialidades urbanas em ciberculturas plurais, no contexto das suas relações com sujeitos e territórios, especialmente com os jovens de favelas e periferias urbanas brasileiras.

2016 – Elementos para la Integración Social: Educación

Documento elaborado por Jailson Silva, Alfonso Quirós, Gustavo Rotunno, a partir do encontro sobre o trabalho com pessoas de redes criminosas, em Cartagena, Colômbia.

2015 – O território como conceito e prática social

O processo dinâmico e complexo de configuração do território, embora próprio aos sujeitos em ação, nos remete a acontecimentos que reúnem o perto e o longe, configurando uma encruzilhada de encontros. Nesse sentido, podemos afirmar que a existência em sociedade, em suas diferentes faces, é sempre uma coexistência, inclusive fazendo presente aquilo que consideramos ausente, ou não imediatamente visível. Por Jorge Luiz Barbosa

2015 – Territorialidades da Cultura Popular na Cidade do Rio de Janeiro

Considerarmos que a cultura é muito mais do que um conceito normativo empregado para definir distinções entre práticas sociais, ou mesmo para determinar juízos de produção/consumo de bens estéticos. A cultura diz respeito às vivências concretas dos sujeitos no ato de conceber e conhecer o mundo, a partir do reconhecimento de semelhanças e de diferenças que são construídas em seus territórios de existência.

2014 – Olhares sobre a favela: intervenção junto à Escola de Fotógrafos Populares da Maré

Este relato descreve uma experiência de intervenção junto a jovens alunos do projeto “Imagens do Povo – Escola de Fotógrafos Populares da Maré”. A partir de oficinas psicossociais, promoveu-se a reflexão sobre a diversidade de formas de perceber a favela por meio da valorização do saber do senso comum associado à dimensão do vivido, com base na teoria das representações sociais. Buscou-se colocar em questão quais os contextos produtores das imagens comumente associadas a esses territórios e como a experiência dos participantes do curso de fotografia se traduziria numa prática dedicada à produção de novas imagens sobre as favelas.

2010 – As Unidades Policiais Pacificadoras e os novos desafios para as favelas cariocas

Fundador do Observatório de Favelas fala sobre a possibilidade de uma nova conjuntura na realidade social e econômica do Rio de Janeiro a partir das Unidades Policiais PAcificadoras. Jailson de Souza e Silva acredita que estamos diante de profundas mudanças nas formas de ordenamento territorial em espaços importantes da cidade, e que essa tarefa cabe a todos nós, moradores da cidade

2010 – Cidade e Território: desafios da reinvenção política do espaço público

O coordenador do Observatório de Favelas Jorge Luiz Barbosa diz que reconhecer as favelas e periferias como novas centralidades da política é um dos desafios nesse início de século. Para o autor, é necessário integrar definitivamente as favelas na agenda de superação de contradições do espaço urbano, além do fato de as comunidades populares assumirem um papel principal de formulação de propostas, e não de coadjuvantes ou de meros objetos de ações

2009 – Barracas e Favelas – Uma reflexão crítica de Cidades Esquecidas

O coordenador do Observatório de Favelas Jorge Luiz Barbosa levanta um comparativo entre as barracas de Bacelona e as favelas cariocas, inspirado no documentário La Ciutat Oblidada. Barbosa fala da importância do resgate da memória social para tirar do esquecimento o passado de sofrimentos e lutas dos grupos populares em Barcelona como no Rio de Janeiro, mas sobretudo como um dispositivo político para reivindicar outro futuro para todas as cidades

2009 – Os Espaços Populares na Política Pública Cultural

Jorge Luiz Barbosa, coordenador do Observatório de Favelas, analisa políticas públicas de cultura e sua relação com as desigualdades que permeiam a cidade. Para ele, “a distribuição espacial de equipamentos e bens culturais, em nossas metrópoles, é um retrato perverso das desigualdades sociais. Há uma forte concentração de teatros, cinemas e espaços culturais nas áreas centrais nos bairros típicos de classes médias”, afirma

2009 – Remover ou conter as Favelas? Eis uma falsa questão

Remover ou conter é uma falsa questão, porque ao tratar o crescimento das favelas desse modo o governo (estadual e municipal) se omite de enfrentar com seriedade o déficit habitacional na cidade”. Esta é a opinião de Jorge Luiz Barbosa, coordenador do Observatório de Favelas, em artigo que analisa as políticas públicas de habitação e urbanização voltas para os espaços populares na cidade do Rio de Janeiro

2009 – Cidadania, Território e Políticas Políticas

A construção da cidadania é um processo histórico e um tema central da democracia. É o que afirma Jorge Luiz Barbosa, coordenador do Observatório de Favelas em artigo que trata da importância de políticas públicas no exercício da cidadania. Para Jorge, a democracia só se efetiva quando há garantia para os sujeitos sociais de condições de igualdade política e jurídica para o exercício de direitos e deveres civis, sociais, culturais e econômicos

2009 – Por uma Agenda de Materialização de Direitos Cidadãos

Tratar com diferença os desiguais, visando que a construção de uma sociedade democrática seja efetivada, é sim necessário. É o que afirma Jorge Luiz Barbosa, coordenador do Observatório de Favelas, em artigo sobre os direitos cidadãos. “A construção de uma agenda democrática para metrópole significa reconhecer a diferença como possibilidade da efetivação democrática dos direitos, e não mais como banalização e/ou naturalização perversa da desigualdade”, afirma

2004 – A Cultura da Esperança

Depoimento de Jailson de Souza, coordenador do Observatório de Favelas, durante o seminário “Violência Urbana, Segurança Pública e Cidadania no Rio de Janeiro: Prevenção e Ação”, realizado na Universidade Cândido Mendes em junho de 2003. O depoimento foi posteriormente publicado no livro livro “Reflexões sobre a violência urbana: (In) Segurança e (Des) Esperanças”, organizado por Jandira Feghali, Julita Lemgruber e Candido Mendes

2003 – Adeus “Cidade partida”

Jailson de Souza, coordenador do Observatório de Favelas, discorre sobre o equívoco da noção de “cidade partida” para caracterizar o Rio de Janeiro. Para o autor, a cidade é uma só. “Os processos de surgimento, expansão e consolidação das favelas, acelerados a partir da década de 90, contribuíram para constituir o Rio de Janeiro em seu formato atual, para o bem e para o mal”, afirma